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Para Curtir: Ondine
Hoje vou trazer mais um filme para vocês procurarem e curtirem. Desta vez, falarei sobre Ondine, um filme inglês de 2009.

Conta a história de um pescador que, um belo dia, pesca uma mulher. Exatamente. O filme inicia com Syracuse (Colin Farrell, de Alexandre, o Grande) puxando sua rede e surpreendendo-se com a mulher desacordada que veio nela. A bela mulher, de aspecto misterioso afirma se chamar Ondine (Alicja Bachleda, uma cantora polonesa) e a presença dela coincide com vários eventos de “difícil explicação” (para não dizer, mágicos).
Anne, a filha de Syracuse, é portadora de insuficiência renal, e vive com sua mãe e o namorado dela, ambos alcoólatras. Esperta como toda criança dos filmes sabem ser, ela logo teoriza que Ondine é na verdade uma selkie, um ser da mitologia nórdica. As selkies são as mulheres focas, que simpatizam com pescadores e tem o dom de lhes conceder desejos.
Considerado um conto de fadas contemporâneo, Ondine é ambientado na Irlanda. A fotografia faz um bom uso das paisagens belíssimas. Durante o dia percebemos a imensidão que os cerca, a nas cenas noturnas ficamos quase sufocados com a escuridão (que também é interna aos personagens). A edição mantêm o filme naquele clima melancólico que parece rodear a vida de Syracuse. Eu que não sou muito fã de Colin Farrell achei a atuação dele muito boa, totalmente condizente com o perfil do personagem.
Nada muito mirabolante acontece, o filme jamais acelera, mesmo em seu clímax. É uma história de esperança, como muitas outras, o que me chamou a atenção nele, é a forma como somos levados sempre a ficar na dúvida acerca da origem de Ondine.
A direção do filme é de Neil Jordan (diretor do meu amado Entrevista com o Vampiro). Não é sua obra prima, mas é um filme para aquela tarde em que não queremos agitação, somente que a fantasia preencha nosso cotidiano.
Para quem ficou curioso, segue o trailer:
Para Curtir: Amor e Outras Drogas
Esta semana vi um filme que eu queria muito ver, desde que fui apresentada ao trailler ainda no ano passado: Love & Other Drugs (ou, Amor e Outras Drogas, em português).
Avisando que é mais uma comédia romântica. Não esperemos grandes enredos, desfechos mirabolantes. É aquela fórmula já tão clichê, mas que nós adoramos. Confesso que ao passar dos minutos, foi impossível não fazer uma ligação direta com ‘Outono em Nova York’ e ‘Doce Novembro’. A mesma história de um cara que muda completamente sua vida ao se deparar com uma mulher fascinante… Ah, o amor!

No início somos apresentados à Jamie Randall (Jake Gyllenhaal – de Príncipe de Pércia), um cara bonitão, que tem o dom da sedução. Ele resolve que precisa ganhar dinheiro e ingressa como representante da Pfizer (isso, a compainha farmacêutica). Um belo dia, conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway, de O Diabo Veste Prada), aos 26 anos diagnosticada com Mal de Parkinson. O interesse dele é imediato e ela diz algo do tipo “e aí, tá afim de um relacionamento puramente casual?”. De verdade, que homem rejeitaria? rsrs
Massss as coisas vão acontecendo de acordo com aquela fórmula ‘supracitada’ e… Ops! O amor acontece. Mas acontece para quem? Em que momento? Para não estragar completamente a surpresa, vocês tem que assitir!
O que eu achei interessante nesse filme, é que ele trata com bom humor a forma utilizada pelas indústrias farmacêuticas para conseguir que os médicos receitem seus produtos. O clímax do filme, ocorre junto ao ‘estouro’ que foi o lançamento do Viagra no mercado, e às questões que o Parkinson traz.
Vi diversas críticas e algumas delas esculachavam o filme por ele ser superficial em todos os pontos mais sérios que busca abordar… Mas, gente… é uma comédia romântica! Não um drama sobre as Indústrias Farmacêuticas, ou a vida de pessoas com Parkinson. O filme consegue atender ao seu maior intento: divertir o espectador… encher nossas cabecinhas românticas de sonhos com o cara perfeito (ou não).
Eu paricularmente gostei do filme. A química entre os protagonistas está perfeita, eles parecem bem à vontade diante das câmeras (à vontade messsmo), os coadjuvantes também estão excelentes (com excessão de um, que eu achei completamente dispensável, vejam e tentem descobrir… e deixem seus palpites nos comentários rsrs). Os diálogos são bem “ vida real mesmo” e a trilha sonora é super saudosista (com direito à Macarena e tudo!)
Um filme para aqueles dias em que você quer esquecer a crise mundial e apenas desopilar um pouco.
*-**-*
P.S.: O filme é baseado no livro Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman, escrito por Jaime Reidy.
Para Curtir: Adam
Hello, again!
Se, pelo nome do post, vocês pensaram que esta semana o Para Curtir estaria misturado com os colírios, estão bem precipitadas rsrs
Hoje eu quero falar para vocês de um filme não tão novo (o lançamento foi em 2009), que me foi indicado por um amigo esta semana. Bom, Adam não é um filme propriamente comercial, eu até tenho dificuldade em classificá-lo (comédia romântica ou drama?), enfim… Só posso dizer a vocês: o filme é lindo!

Conta a história de Adam (!), um rapaz solitário, inteligente e, aparentemente, tímido. Em uma primeira impressão poderíamos dizer que ele possui hábitos não muito usuais, o que é explicado pela sua condição: Adam tem síndrome de Asperger.
(Momento psicóloga mode on – a Síndrome de Asperger está dentro do espectro do Autismo, todavia, não está associado a atrasos cognitivos ou no desenvolvimento da fala. Seus sintomas mais visíveis são: interpretação literal da linguagem, comportamentos obsessivos e estereotipados, dificuldade na interação social, bem como relativas à mudanças na rotina, falta de empatia. Pode estar associado com com desenvolvimento cognitivo normal ou alto – Momento psicóloga off)
A vida de Adam vai muito tranquila, até que ele conhece sua nova vizinha, chamada Beth, uma escritora de livros infantis – e professora. Ela é uma mulher cheia de vida, mas, que está passando por uma fase bem atribulada. A atração e o romance são inevitáveis. Mas a grande questão é: até que ponto é possível lidar com diferenças tão… digamos, diferentes.

No elenco estão Rose Byrne (da série Damages); Hugh Dancy (Delírios de Consumo de Becky Bloom) e tem também o Peter Gallagher (o Sandy Cohen de The O. C. e que atualmente está em cartaz com Burlesque). A direção é de Max Meyer.
O roteiro lindo, com diálogos que merecem ser lembrados. A fotografia é simples, mas atende à proposta da mensagem e as atuações estão ótimas (gente o Hugh Dancy está muito bem mesmo)!
Espero que vocês assistam e gostem! =D
Um xêro e até a semana que vem!
Para Curtir: American Idol
American Idol é um show de calouros moderno, responsável por lançar a carreira de algumas estrelas como Kelly Clarkson e Carrie Underwood. O programa é em estilo reality show onde milhares de americanos se inscrevem em passam por audições com a mesa de jurados, e 24 apenas ficam para as eliminatórias. Os participantes vão sendo eliminados pelo público até a grande final, na qual é escolhido o American Idol.
Mesa de jurados: Esse ano composta por Randy Jackson, Jennifer Lopez e Steven Tyler, eles que fazem a seleção dos melhores e no decorrer do programa ao vivo, vão dando dicas para que os cantores melhorem suas performances ao longo do reality. Os jurados só tem poder de voto nas primeiras fases do programa, quando ele passa para a parte das apresentações ao vivo, o público que decide.
Nessa temporada em especial to amando os jurados, o Steven Tyler é muito aloca dos pão e de vez em quando dá uns gritinhos muito loucos. J-lo é uma fofa, dá vontade de guarda-la num potinho e o Randy continua com o jeito dog style dele, quem assiste sabe do que eu to falando.
Audições: É a primeira parte do programa e sempre a mais engraçada. Além de pessoas talentosíssimas, vai cada bizarrice tentar uma vaga no show que você chora de rir com as presepadas, é super divertido!
No vídeo abaixo, um cara bem doido cantando Bad Romance da Lady Gaga, nas audições:
E pra emocionar, uma audição de um cara cantando Bohemian Rhapsody do Queen, lindo:
Ao Vivo: Além das apresentações dos competidores, tem shows bem legais, sempre com os artistas mais bombados do momento, por exemplo, na temporada passada a Lady Gaga cantou Alejandro:
Ia esquecendo de falar do apresentador, Ryan Seacrest
Ah gente, eu particularmente adoro American Idol e tô adorando a décima temporada. Mais alguém aí tá assistindo?!!?
O programa ainda está na primeira fase, das audições e passa todo sábado e domingo na Sony às 20h.
Beijinhos
Para Curtir: How I Met Your Mother
Comecei a assistir How I Met Your Mother influenciada por um post da Fefeh e acabou virando vício. A série lembra Friends por também ser situada em Nova Iorque e contar a história de amigos (em Friends são seis e em HIMYM são cinco).
O foco central da história é Ted Mosby que 25 anos na frente (2030, eu acho) conta aos filhos a história de como conheceu a mãe deles (‘How I Met you Mother’, dã! hehehehe), no desenrolar da trama ele conta as peripércias dele e dos quatro amigos: Robin, Marshal, Lily e Barney.

Pra que vocês entendam um pouquinho da série, falarei sobre os personagens rapidamente:
Ted é o personagem principal e narrador da série. Meio lesadinho, está com fogo no rabo pra casar e ter filhos, quando conhece Robin e se apaixona perdidamente por ela…
Robin é canadense, jornalista e tem medo de relacionamento. Ela namora Ted por algum tempo e é só isso que vou contar senão estraga o seriado. uahsuahsuahs
Marshal e Lily são noivos e acabam casando no decorrer da série. São o casal mais fofo e engraçado que já vi em seriados, batem Rachel e Ross de lavada. Eles representam aqueles clichês de amor mais bregas, mas tão engraçados que acaba ficando fofo demais. Puro amor.
Barney, melhor personagem EVER! É o pegador das mulheres, daqueles que inventa as histórias mais mirabolantes pra poder apenas dormir com elas por uma noite e pronto. Ele tem bordões ótimos (Suit Up! e It´s gonna be – wait fo it- LEGENDARY são os melhores!!), tiradinhas engraçadas e passa o seriado todo de terno. hehehehe
A história é leve, engraçada e os amigos se encontram no bar pra tomar muita cerveja (já gostei).
O seriado está em sua sexta temporada e passa na Fox Life (ainda passa?!), mas eu baixo pela internet e assisto, aliás, ainda estou na terceira temporada, então, nada de spoiler nos comentários.
E sobre as comparações entre HIMYM e Friends: São parecidas sim, mas cada uma com seu enfoque. Friends é minha série preferida ever, mas HIMYM já conquistou meu coração. s2. hahahaha
Alguém aí também assiste?!
Beijinhos



