Mesmo com Ana Paula tomando conta dessa tag aqui no blog, adoro vir deixar minhas dicas por aqui também e hoje vim contar sobre um seriado que estou assistindo e gostando muito, suburgatory, um sitcom americano que estreou nos EUA em setembro/2011 e passa na Warner desde Outubro/2011.
O seriado conta a história de George e Tessa, pai e filha que moravam em Manhattan e se mudam para o subúrbio depois do pai achar uma caixa de camisinhas na gaveta da filha.
Para Tessa a mudança é um grande castigo pois ela adorava Nova Iorque e acha a vida e as pessoas do subúrbio fúteis e superficiais.
Os episódios são super leves e bem humorados e por trás do humor dá pra sentir uma leve crítica ao jeito suburbano americano de ser, no qual as pessoas se preocupam muito com aparência e com as posses.
O seriado está em sua primeira temporada e espero que dure mais porque é bem legalzinho.
Alguém mais assiste?!?!
“Nessa guerra dos tronos, ou você ganha, ou você morre.”
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Olá!!!
Hoje falaremos sobre a nova sensação do mundo dos seriados. Game of Thrones vem causando um certo rebuliço e viciando muita gente (oi, eu!) .
A primeira temporada da série é baseada no primeiro livro da saga “Song of Ice and Fire”, escrita por George R. R. Martin. Ao todo, a série contará com sete volumes. Temos até o quinto, escrito. No Brasil, somente foram traduzidos os dois primeiros.
É a história de Westeros e seus sete reinos. Um lugar onde as estações duram anos. A frase mais ouvida é a de que “O invernos está chegando”, visto que eles vem de um verão de 9 anos. Eddard Stark é o senhor de Winterfell, o reino do norte, ali ele vive com sua esposa – Catelyn – e seus cinco filhos – Rob, Sansa, Arya, Bran, Rickon e o bastardo Jon Snow. Um dia, o Rei Robert Baratheon, senhor dos sete reinos vem até Winterfell e convoca Lord Stark a ser a “Mão do Rei”, a segunda pessoa após o rei, já que sua Mão anterior John Arryn teria morrido.
Junto ao Rei, vem também à Winterfeell sua esposa, Cersei Lannister, e seus dois irmãos, Jamie e Tyrion. É um trio não confiável que buscará a coroa de Porto Real, reino onde fica o grande rei.
Enquanto Eddard parte para Porto Real com suas duas filhas, seu filho bastardo, Jon vai servir na Grande Muralha do Norte que protege os reinos.
E bem longe dali, os irmãos Targaryen – Viserys e Daenerys – aliam-se ao líder Kahl Drogo para tentar reave o trono que foi tomado de seu pai por Lord Robert Baratheon.
Bom, é uma trama muito intrincada. Os vários pontos de vista às vezes fazem a gente se perder por um momento, mas isso é um dos charmes da história. Confesso que não li o livro (ainda), portanto não posso fazer grandes comparações, mas posso afirmar que a direção de arte é fantástica, o roteiro excelente e as atuações primorosas… E atrilha sonora? Só a abertura já diz toda a grandiosidade da série.
Há uma mistura de conspiração com supertição, crenças em seres sobrenaturaais… Ainda é tudo bem misterioso. Tudo bem que há um excesso de sangue e cenas picantes (recomendo para maiores de 16 anos), mas, pelo que já li em comentários sobre o livro, esse é o estilo do autor.
Eu sou suspeita pra falar, pois adoro histórias de fantasia, estou amando, louca para descobrir como tudo aquilo vai se desenrolar, torcendo loucamente por uns personagens e desejando a morte dolorosa de outros.
E aí, alguém já curte a série? E os livros?
Ah, o grande nome dessa primeira temporada é o de Sean Ben, que foi o Boromir de “O Senhor dos Anéis” e agora é o Lord Stark.
O Para Curtir de hoje é para aquelas que foram bem molecas e ficavam perturbando os irmãos, primos e amigos, insistindo loucamente para jogar videogame com eles. Alguém lembra do Mortal Kombat do Super Nintendo (ê infância boa!)?
Então, nem só de Super Mário vive as nossas recordações. Mortal Kombat permeou a infância e adolescência de muitas garotas também. Na época, eu pensava que era só um jogo onde você escolhia dois lutadores e batia, apanhava, espirrava sange pra tudo que era lado e (quando possuidora de muita destreza e com muito treino) ‘finalizar’ o adversário com os crueis Fatalities (era chato, porque nenhum amigo meu queria me ensinar a fazê-los =/).
Então, muito se falou no ano passado sobre o novo jogo que ia sair. Confesso que não me liguei muito nesse tema, mas outro evento fez o nome do jogo pipocar: surgiu, em junho de 2010 um vídeo na web, o “Mortal Kombat: Rebirth” como um prelúdio para alguma coisa envolvendo os personagens e a mitologia do jogo (sim, há toda uma mitologia onde cada personagem tem seu papel, mas isso não é assunto para este post). Houve muita especulação sobre o que seria esse vídeo de autoria de Oren Uziel e dirigido por Kevin Tancharoen. Seria um viral do jogo? Seria algo sobre um possível novo filme? Teria ligações com a Warner Bros????
Até que finalemente o mistério foi revelado e descobrimos que Kevin Tancharoen, de forma independente, com míseros US$ 7.500,00, produziu esse vídeo fantástico, como um prelúdio de uma história. Ele queria mostrar para os produtores da Warner o quanto a história ainda tem potencial. Me parece que ele queria verba para rodar um filme, criando um universo alternativo. Até agora, nada de telona, mas ele conseguiu a atenção da Warner e a verba para criar uma web serie. que terá 10 episódios , o s quais tem por volta de 10 a 12 minutos. Mas eu digo a vocês , está muito massa. Eles meio que deixaram de lado as questões míticas e trouxeram os personagens para o mundo real. A questão do torneio permanece (originalmente o Mortal Kombat é um torneio onde somente um dos lutadores sai vivo, tem a ver com outras dimensões, salvar a Terra, etc).
Eu já vi 3 episódios da série, que se chama “Mortal Kombat: legacy”. Pra quem gosta de boas cenas de ação, efeitos especiais bem elaborados e uma história intrigante eu recomendo. Ainda não entendi muito bem como as coisas vão se desenrolar, mas isso faz parte da trama.
Até agora, apareceram (para quem conhece os personagens, quem não conhece, assiste, dá pra entender mesmo assim): Jax, Sonia, Striker , os quais são de um departamento de investigação que vem buscando desmantelar o tal Mortal Kombat e eliminar assassinos que vem tirando a paz da região. Existe uma organização misteriosa, e a galera do mal, é do mal mesmo! Eu estou super curiosa para saber como tudo vai se desenrolar. Como são 10 episódios curtos, equivalerá a um longa metragem (por volta de 120 minutos)
Para quem gosta desse tipo de fiilme e tem saudades dos velhos tempos do jogo (como eu rs), fica a dica. Eu recomendo pela qualidade dos episódios, boa atuação dos atores, direção impecável e cenas de luta muito bem coreografadas.
E para dar um gostinho , deixo com vocês o vídeo que originou esse “boom”. O curta, “Mortal Kombat: Rebirth”. Afinal, nem só de comédias românticas vivem as mulheres né? ;)
Se você viveu sua adolescência na década de 1990, certamente lembrará da trilogia Pânico (e mesmo que não tenha vivido, com certeza sabe mais ou menos do que se trata). Wes Craven deu um ‘up’ nos filmes de suspense/terror. Ele resolveu tirar sarro do gênero, usando todos os clichês possíveis e imagináveis, identificando as regras básicas de todo filme de terror adolescente.
Então… Era uma vez, uma cidadezinha do interior, chamada Woodsboro onde morava uma garota, chamada Sidney Prescott (Neve Campbel – de… Pânico). Ela vivia super bem e feliz com seus amigos e seus pequenos dramas adolescentes, até o momento em que um louco fantasiado de Ghostface começou a atacar todos a sua volta, deixando um rastro de facadas sangrentas pelo caminho – que sempre levava à coitada da Sidney (uma eterna sobrevivente dos ataques).
Ao longo da história ela é acompanhada por uma jornalista egocêntrica Galle (Courteney Cox – ex-Friends) e por um policial ‘gente boa’ Dewey (David Arquette – ex-Courtney Cox). O Massacre de Woodsboro vira livro nas mãos de Galle e uma franquia de filmes nas mãos de um diretor fictício dentro da trama.
Onze anos depois, Sidney, que havia deixado a cidade, retorna a fim de lançar seu livro de auto-ajuda (uma sacada fantástica, na minha opinião). Acontece que junto com ela, volta também o bendito Ghostface, e as novas vítimas são os novos adolescentes da cidade, entre os quais está a prima de Sidney, Jill (Emma Roberts). Tudo se repete, sangue e facadas… Com um detalhe:
“Nova década, novas regras” (adoooooooro essa frase hehe)
Aqui as novas mídias são utilizadas. A presença da super-exposição por meio da internet é citada, a dependência dos celulares e obviamente, a tiração de onda com as milhares de refilmagens, remakes, reboots que os filmes de terror são vítimas.
Apesar de ser um filme de suspense, a gente dá muita risada dentro do clima tenso, porque eles usam o clichê, como clichê, dentro do clichê (entenderam?). Sabe as cenas clássicas dos filmes do gênero, estão lá, como deveriam estar, sem muita surpresa (é possível até prever as mortes).
O Ghostface que antes era mais contido, agora está mais raivoso, um outro espelho dos novos tempos (e das novas motivações). O elenco novo (destaque para Hayden Panettiere – de Heroes) constrói muito bem o clima dos filmes, mas é preciso dar os créditos aos veteranos da trama.
Cox e Arquette (que se conheceram nas filmagens de Pânico, casaram e estão recém-divorciados) estão muito à vontade, como se nunca tivessem deixado os personagens de lado. Chega a dar raiva do Dewey, sério, ele é muito ‘gente boa’ e está ‘sempre à caminho’. A Galle volta com toda a pretensão anterior… E bato palmas para a atuação de Neve Campbel: contida, tensa, é como se ela carregasse o corpo de todos os mortos pelo Ghostface nas costas, até seu sorriso é de uma melancolia linda, contradizendo suas próprias palavras em seu livro.
Ao meu ver, o desfecho podia ser bem mais ousado, mas a revelação do assassino e suas intenções (sempre meio absurdas) conseguiu convencer. Um super destaque também para a sequência de abertura – perfeita.
Avaliação: um bom filme. Cumpriu bem o seu papel, aplacando a nostalgia dos que acompanharam a primeira trilogia. Uma boa direção, boas atuações, diálogos afiados e debochados. Sem grandes mensagens morais (e desde quando filmes de terror tem alguma mensagem moral, Ana Paula?) é um filme para divertir… para assustar, talvez… Mas acredito que a verdadeira intenção do roteiro é nos colocar diante da questão sobre a originalidade do cinema hoje em dia…
Um reboot digno da primeira trilogia… Mas, lembrando que nada supera o original (hihihihi).
Quantas vezes a gente já se apaixonou por um rapaz achando que ele é um príncipe e quando vai ver ele é um sapo?
Mas será mesmo que todo príncipe vira sapo?
Dia 11 de Abril estréia na HBO a série Mulher de Fases que vai tratar sobre esse assunto de maneira divertida. E já pra aquecer as gargalhadas, no Facebook a serie possui o aplicativo “Principe ou Sapo?” onde você seleciona os amigos da sua lista, identifica que tipo de sapo eles são e compartilha com todo mundo :D Assim já dá pra avisar “azamigas” que aquele gatinho que parece um príncipe na verdade é um Ciumentae Possesivus!
Deve ter um milhao de tipos de sapos no mundo, mas os que cairam aqui na casa do @chatfeminino foram os:
Sendo que o os que mais caem na minha vida são o Malandrae Gallinacius (Sapo Galinha) e o Aereus Desligatus (Sapo Desligado)
Olhem a descrição do Sapo Galinha: Sapo Galinha (Malandrae Gallinacius) é caracterizado pelo comportamento atrevido e vive para a caça – não de presas, mas de fêmeas para o acasalamento. A incansável busca por interação com qualquer coisa que se mova facilita a sua identificação.
E ai, quais são os sapinhos da sua vida? Ou você é sortuda e ja achou seu príncipe?
Pode ser neura nossa, mas convenhamos que todo mocinho tem algum defeito que o transforma em sapo!
Para ver os sapinhos com mais detalhes, clica aqui e aqui