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Mudanças

Comportamento

Mudar de cidade ou não?

Quando é o momento certo de mudar de cidade? Eu sempre pensei muito nesse assunto, especialmente por me sentir meio presa em Natal. Nunca achei que a cidade fosse pra mim, mas depois de 31 anos morando aqui, fico levemente apegada ao lugar. Engraçado né? A gente quer tanto mudar e quando vai organizar as coisas, tem vezes que amarelamos. Mas tenho amigos que meteram a cara e foram embora, dizem que foi a melhor decisão da vida deles.

É complexo pensar que a gente pode deixar “tudo” pra trás na tentativa de viver algo novo, conhecer pessoas novas e mudar de ares. Vai valer a pena? A gente só sabe se fizer e o medo muitas vezes nos impede de ir.

E na hora de mudar, como fazer? Onde morar? E o trabalho? Comprar um apartamento é a melhor opção? E olhar as casas à venda, dá certo? Eu fico sempre fazendo essas perguntas práticas pra ver se é realmente hora ou necessidade de mudar. Fico pensando na família, nos amigos e quem eu teoricamente deixaria por aqui. rs

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Apesar de ser cheia de medos e perguntas, uma partezinha de mim ainda fica, mas eu acho que eu deveria sim ir. Se não der certo, eu sei que tenho pra onde voltar. Mas o medo mesmo é “e se der certo?”. De uma certa forma não estamos preparados para o sucesso de alguns planos que podemos ter e isso assusta. É aquela coisa de que a gente pede tanto uma coisa que quando ela se realiza a gente não sabe nem pra onde ir e o que fazer. Acontece isso com vocês também?

E aí, depois de todas as perguntas vem as subsequentes e talvez a mais importante, pra onde ir?! São Paulo, Rio, Curitiba?

Eu acho que perguntas eu tenho várias, certezas tenho poucas e no final sinceramente, não sei o que fazer, só sei que pra onde eu for (ou a vida me levar), quero ir feliz e curiosa, com brilho nos olhos e vontade de viver muitas coisas especiais. <3

Se você já mudou de cidade ou de país, me conta nos comentários.

Beijinhos!

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Comportamento

Sobre a coragem

A nossa vida pode ser resumida em vários pequenos atos de coragem. Coragem de largar o emprego, de responder o chefe, de manter o que se acredita, de mudar de cidade, mudar a cor do cabelo, de mudar o estilo de vida. Coragem de mudar o caminho que se faz diariamente…
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Mas ter coragem não é uma coisa simples, mudar o status quo das coisas traz sensações agridoces que mexem com os brios mais profundos de qualquer ser. A inércia é boa, a casa na praia é boa, a vida na cidade pequena é boa. Viver acostumado com as coisas como elas são traz uma falsa sensação de paz, conforto e tranquilidade que muitas vezes precisa apenas do farfalhar das asas de uma borboleta a kilômetros de onde estamos para tudo mudar.

Basta um pequeno ato de coragem ensandecido, uma decisão rompante, inconsequente e desmedida para que se mude, faça diferente.

A vida vira 180º, pessoas se vão, pessoas novas chegam, a gente mal se reconhece.

E talvez, naquele momento a gente se encontre, se perca, sorria e chore. E talvez, muito talvez, finalmente consigamos perceber que é pra frente que se anda, é de coragem que se precisa e é felicidade que a gente encontra.

Comportamento

Uma dieta a base de anfíbios

Um dos problemas em assumir o status de “adulto” é que as pessoas não acham mais nossa sinceridade bonitinha e engraçadinha. Precisamos estar em um alerta constante diante de nossas atitudes e principalmente de nossas palavras.

O pior de tudo, é que hierarquias se estabelecem e percebemos que existem pessoas com as quais não podemos sequer pensar em discutir. Então precisamos engolir algumas opinões, que tendem a “inchar” em nossa garganta e se transformam em lindos e gosmentos sapinhos verdinhos (gosmentos e verdinhos, ficam pela minha imaginação).

Engolir sapo é uma droga. É chato, é frustrante… E pode nos adoecer. Tenho exemplos bem práticos ao meu redor, e tenho certeza que vocês também tem. Não há palavra que nos console diante de um sapo bem temperado empurrado garganta a dentro.

Há quem não aguente e chute a mesa. Assim como há quem sorria e se refugie em um muro de cortesia, no maior estilo Scarlett O’Hara (diva).

O importante é ter consciência de que engolir sapos está diretamente ligado à sua capacidade de lidar com frustrações.

Se você não está muito aí, para a pessoa/situação e o sapo vira uma rãzinha, beleza. Agora se cada palavra trocada, se torna um “cururu” capaz de dar uma horrorosa indigestão, aí é hora de reavaliar prioridades e afastar-se das pessoas ou largar o ambiente responsável pelo mal estar.

Porque diante de algumas coisas, tenho percebido que – sem ofensas aos anfíbios, claro – mas uma dieta a base de sapos é altamente prejudicial à saúde.