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Whip it!

Essa é a estreia de Drew Barrymore na direção. Whip it conta a história de Bliss (Ellen Page, a Juno), uma garota que é obrigada a participar de concursos de beleza por causa de sua mãe, mas no fundo ela é uma adolescente alternativa e acaba descobrindo, na cidade vizinha, um time de patinadoras de roller derby. Claro que ela fica superempolgada, participa dos testes e entra no time.
A partir de então ela divide seu horário com os treinos e com o trabalho de garçonete na Oink Joint, onde sua melhor amiga também trabalha. O treinador faz de tudo para que as meninas ganhem os jogos, mas elas são muito cabeça-dura e sempre ficam em segundo lugar. Drew Barrymore também atua como a jogadora mais bobinha do time, ela está ótima! No time também tem a atriz Zoe Bell, dublê de Uma Thurman em Kill Bill. O time rival é liderado por Iron Maven, interpretada por Juliette Lewis.
O mais legal é que cada uma tem um apelido diferente (como Bloody Holly e Smashely Simpson). Bliss ganha o apelido de Babe Ruthless (em inglês, ruthless significa impiedosa). Ela se destaca pela grande velocidade com que corre na pista e consegue vários pontos para o time, levando-o à final do campeonato.
Claro que algumas histórias paralelas se desenvolvem. O fato dela ser menor de idade, o breve romance com um guitarrista de uma banda indie e o conflito de gerações que ela tem com seus pais. Tudo isso feito de modo muito leve, descontraído e bonito de se ver.
Whip it é meio sessão da tarde, uma delícia de assistir. Eu aprovo!
Post Escrito por: Thais Aux
Ugly Betty – Nós assistimos ao último episódio!
ATENÇÃO: ESSE POST CONTÉM INFORMAÇÕES SOBRE O ÚLTIMO CAPÍTULO DA SÉRIE. SE VOCÊ AINDA NÃO ASSISTIU E NÃO QUER SABER, NÃO LEIA.

A despedida de Betty, que se muda para Londres. Daniel descobre que tem sentimentos por Betty. Betty e Marc abraçam – é muito amor! (L)
E Ugly Betty chegou ao fim. Como diria Rachel e Monica, it’s the end of an era. Eu particularmente não gostei do último episódio, mas também nem fiz muita questão. Nessas quatro temporadas, foram tantas histórias, tantas emoções que eu simplesmente estou profundamente agradecida por Betty ter entrado na minha vida.
Tudo começou quando eu estava passando por momentos de muita tensão. Estava com cálculos na vesícula e precisei fazer uma cirurgia de emergência. No primeiro dia no hospital, sem querer coloquei no SBT (eu nunca assisto esse canal), e tava passando Ugly Betty (1×12). Eu já tinha ouvido falar da versão americana de Betty, a feia e resolvi assistir. Nunca vou esquecer da Willie arquitetando planos com a mulher misteriosa, que depois descobrimos ser Alexis Meade.
Acredito que eu evoluí junto com a Betty. Recém-formada, Betty torna-se assistente do editor-chefe da Mode, uma revista sobre moda. Uma estranha no ninho, no primeiro dia aparece com um poncho vermelho e passa por várias humilhações. Eu também trabalhava em uma editora, mas não sofri tanto quanto Betty.
É importante lembrar que a série tem uma pegada latina. Logo, diversas situações são absurdas demais pra vida real. É essa a graça de Ugly Betty. Mas pra quem acha que essa é uma série de comédia, não se esqueçam que os latinos também adoram um dramalhão mexicano. Perdi a conta de quantas vezes me emocionei e não segurei as lágrimas com os acontecimentos da minha heroína.
As duas primeiras temporadas tiveram foco no controle da empresa, a Meade Publications, entre a família Meade e Wihelmina Slater, além de subtramas como o mistério do pai de Amanda (que só foi revelado no último episódio da série) e conflitos entre a família Suarez. Mas a terceira temporada mudou da água pro vinho, ou quase. Novos personagens apareceram, e ficamos com saudade daqueles que já gostávamos. Além disso, a série, que era filmada na California, passou a ser feita em Nova York, que é onde a história tem ambientação. Os primeiros capítulos trouxeram um interesse romântico para Betty que nada tinha a ver com ela. Um músico emo, que não era nada comparado a Henry e Gio, ex-namorados da moça. Justin, sobrinho de Betty, também desapareceu, embora tenha ganhado grande destaque nos episódios finais da quarta temporada.
Dessa forma, a série perdeu audiência e eles determinaram que a quarta temporada seria a última. Entre a terceira e quarta temporadas, o visual de Betty foi sofrendo modificações, afinal a premissa é que ela se tornasse bonita no final, certo? No entanto, ela não ficou completamente atraente, como a sua intérprete America Ferrera. Em um dos últimos episódios, Betty tem um delírio em que mostra como seria sua vida se ela fosse bonita desde sempre. Tudo isso pra mostrar que Betty só tem essa personalidade por ter sido feia por grande parte da sua vida.
Os valores de Betty, no entanto, não estão realmente atrelados à sua imagem. Fica muito claro que o carisma e a vontade de ajudar as pessoas são herdados de sua família. Apesar de achar que isso é muito legal, eu sofri muito quando percebia que ela colocava os interesses dos outros em primeiro lugar, em detrimento de seu próprio sucesso. Por um tempo, inclusive, cansei dessa atitude Madre Teresa de Calcutá.
A FAMÍLIA SUAREZ
O episódio final também coloca um ponto final nas histórias dos outros personagens. Hilda se casa com Bobby e eles compram uma casa em Manhattan. Ignacio Suarez fica sozinho no Queens (com Elena? Não fica claro).
A FAMÍLIA MEADE
Na família Meade, um pouco de descaso. Eu particularmente adorei as duas primeiras temporadas em que eles tiveram mais destaque. Alexis e Daniel Jr. não apareceram mais, foram pra França na segunda temporada e nada mais foi falado sobre eles. Claire procura o filho bastardo que teve com Cal Hartley (pai de Matt, namorado de Betty na terceira e quarta temporadas), Tyler, que é alcoólatra, mas seu final também não é mostrado.
NA MODE
Willie se torna editora-chefe da Mode e fica com Connor. Marc termina como seu editor criativo, mas achei que ele merecia mais. Ele fica com um rapaz que conheceu há uns meses em uma viagem para o Caribe, também achei que ele merecia um cara mais “UAU”. Amanda descobre quem é seu pai, e eles são iguaizinhos na personalidade. Ela se torna estilista.
OS EX-NAMORADOS
Henry dá o ar da graça no penúltimo episódio, com seu filhote, mas eles percebem que não têm mais nada a ver um com o outro. Gio também reaparece e está noivo. Matt foi embora para a África no começo da temporada.
BETTY E DANIEL
Best for last! Betty recebe um convite e vai para Londres, para cuidar de uma revista que não era sobre moda e tinha mais a ver com o que ela acreditava. Ela consegue chegar à conclusão de que sua família está bem sem ela, e se coloca em primeiro lugar. Arrasou! Quanto a Daniel, ele percebe que tem sentimentos por Betty, deixa a Mode para Wihelmina e vai para Londres. Lá, ele se encontra com Betty. Ele a convida para um jantar, ela aceita e fala que está à procura de um assistente. Eles NÃO se beijam no final.
O FUTURO
Há rumores de que um filme possa ser feito para explorar essa relação entre Betty e Daniel, além de amarrar as pontas dos outros personagens. America Ferrera e Ana Ortiz (Hilda) estão negociando. Eu não gostaria de ver um filme de Friends, pois as histórias dos personagens ficaram bem resolvidas, mas nesse caso, um filme de Ugly Betty seria muito bem-vindo. Estou no aguardo!
Post Escrito por: Thais Aux
Sex and the City 2 – o Trailer
Saiu mais um trailer oficial do filme mais esperado pelas fãs de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Sex and the City 2. O quarteto formado por Carrie , Samantha (Kim Cattral), Charlotte (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon) está de volta e as garotas decidem viajar a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.
Enquanto Charlotte enlouquece com seus filhos, Miranda a compreende perfeitamente, Carrie tenta reacender a chama de seu casamento, Samantha continua a mesma de sempre, se é que vocês me entendem. ;)
Mas tudo indica que a viagem das garotas promete muitas surpresas e como podemos ver no trailer, até Aidan (John Corbett), o ex-noivo de Carrie -aliás que ex!!! -reaparece na vida da nossa escritora favorita dando uma balançada no coração da loira. Dá uma olhadinha:
O filme estréia no Brasil dia 28 de maio e eu mal posso esperar para assistí-lo.
Beijocas!
Alice in Wonderland, eu vi!
Não, o filme não teve a estréia adiantada no Brasil nem eu estou em outro país pra já ter visto o filme mais hypado do ano, que ainda não fez sua estréia em terras tupiniquins. O que aconteceu foi simples: meu irmão comprou em um camelô e eu não aguentei de ansiedade e assisti! Pois é, eu alimentei a pirataria, mas a vontade de ver o filme foi mais forte do que eu, “Alice no País das Maravilhas” é um dos filmes antigos da Disney que mais gosto e ver seu remake feito por Tim Burton com o Johnny Depp como chapeleiro maluco me deixou louca!
Antes que eu comece a falar efetivamente sobre o filme, um aviso, pode ser que eu acabe soltando uma ou outra informação que não saiu na mídia ainda, os famosos spoilers, então, peço desculpas antecipadamente.
Alice in Wonderland é visualmente um filme muito lindo, vi a versão em 2D, vi em casa mesmo, já esperando os grandes efeitos visuais que ele terá em 3D, vários objetos “pularão” na sua frente e você verá Alice crescer, encolher, crescer e encolher várias vezes por uma perspectiva bem interessante. Pra quem não sabe a história se passa com a Alice com 19 anos que volta à Wonderland depois de seguir novamente o coelho branco, logo após ser pedida em casamento. Lá no País das Maravilhas todos se perguntam se aquela é a mesma Alice de anos atrás que tinha visitado o “país” e ela acaba revisitando os locais que ia em sua infância, acompanhada do Chapeleiro Maluco, Lebre de Março, Gato de Cheshire entre outros personagens da história original e agora ela tem uma missão, que não irei comentar o que é porque perde totalmente a graça do filme.
A Wonderland de Tim Burton é sombria e escura, a Rainha Vermelha (Helena Bohan Carter) é odiada por todos e mantém o poder através do medo e a Rainha Branca (Anne Hathaway) é cheia de trejeitos engraçados e possui um sotaque estranho, nesse ponto, um show de atuação das duas atrizes. :)
O Chapeleiro (Johnny Depp) é adoravelmente louco, não tem como não se apaixonar por aqueles cabelos laranjas que mais parecem de um palhaço, o andar engraçado, o sotaque esquisito e os olhos que mudam de cor. Ponto pra Johnny Depp que pra variar, arrasou. E depois de que ele interpretou Willy Wonka, nunca imaginei que pudesse levar um personagem tão ao extremo, mas ele conseguiu.
A Alice é igualmente confusa à Alice que encontramos nos livros, tentando se encontrar em Wonderland e recusando sempre à idéia da missão que lhe é passada. A atriz Mia Wasikowska fez um bonito trabalho, pensei que ia ser uma Alice miada, mas nem foi.
Da história original podemos encontrar referências aos soldados de cartas de baralho, a incontrolável vontade da Rainha (nesse caso a Vermelha) de mandar cortar a cabeça de quem a contraria, a maluquice do chapeleiro, a pintura de rosas brancas com tinta vermelha, os personagens de Alice através do espelho, entre outras que só vai contextualizar quem já leu “Alice no País das Maravilhas” e “Alice Através do Espelho“.
E um conselho, ou melhor dois, vão ver o filme em 3D (estou louca esperando pela estréia nos cinemas) e vão com a mente aberta, pois a Alice do Tim Burton é a versão adulta da Alice fofa que vimos quando crianças naquele filme em 2D da disney, mas ela não deixa de ser tão confusa quanto! E o País das Maravilhas, é tão louco quanto possamos imaginar.
Vale bem a pena ir ao cinema conferir!
Alice in Wonderland estréia nos cinemas brasileiros dia 21 de Abril.
O Guia de Sobrevivência do Recém-Formado

Ontem eu assisti um filme que tem tudo a ver conosco, garotas de 20 e poucos anos. O Guia de Sobrevivência do Recém-Formado (Post Grad, 2009) conta a história de Randy (Alexis Bledel, de Gilmore Girls), uma garota recém-formada que não consegue encontrar emprego. Soa familiar? Pois é, você não está sozinha. Na verdade eu conversei com várias pessoas que me confessaram que o ano imediatamente após a faculdade foi o pior de suas vidas!
Randy sempre teve tudo planejado em sua cabeça: ela iria tirar boas notas no Ensino Médio, estudar muito para conseguir uma bolsa e depois de se formar, trabalhar em uma empresa específica. O filme começa com a colação de grau. Ela logo consegue a entrevista dos sonhos, mas… não consegue entrar. É aí que começa o desespero: a volta para a casa dos pais, a busca desenfreada por empregos nada a ver e a inveja contra os colegas que se deram bem.
No meio de tudo isso, ela ainda tem um romance com o vizinho brasileiro, interpretado pelo nosso Rodrigo Santoro. Ela também tem que aguentar sua família. Apesar de amáveis, eles são um pouco… esquisitos, digamos assim.
Infelizmente esse filme foi direto para as locadoras aqui no Brasil. Mas vale a pena conferir, quem já passou por essa situação vai gostar. Quem não passou, tem a chance de ver o Rodrigo Santoro sem camisa. #fikdik
Post Escrito por: Thais Aux



