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Para curtir
Roger Waters: The Wall no Brasil
Meu primeiro contato com Pink Floyd foi através de um ex-namorado fã da banda. Não só ele era louco por Waters, Gilmore, Barret, Mason e Wright, como toda sua família. Logo, as viagens de carro ou os almoços de domingo tinham como trilha sonora Pink Floyd.
O primeiro filme que vimos juntos obviamente foi The Wall, e claro, confesso que ao primeiro frame não me pareceu tão interessante. Um VHS de 82, mais velho que ele ou eu, com imagem pouco nítida e horas de músicas que não faziam sentido pra mim não era o romance que esperava para uma tarde com o namorado.

Buscando outros álbuns, outras músicas, me assustando com o inicio de Time, me emocionando com Wish You Were Here, ouvindo 20 minutos de Echoes e finalmente entendendo o real significado de The Wall, pude compreender que The Wall era muito mais que simplesmente um filme ou uma ópera rock, era a vida de toda uma geração.
Após anos de espera teremos a chance de nos emocionar com a turnê original de The Wall aqui no Brasil em 2012, que alias, em Londres teve a reunião surpresa de outros integrantes. O público ficou de boca aberta com Gilmore a mais de 10 metros de altura tocando “Comfortably Numb” e emocionado com o abraço dele em Waters.
O furor pelos shows está tão grande que na Argentina há boatos de um sétimo show, já que os seis já confirmados estão esgotados!
Agora sim, poderei ver com meus olhos toda genialidade que marcou não só uma, mas várias gerações de amantes do rock. Conferir todos os efeitos eu resultaram a The Wall prêmios da Pollstar Music Industry Awards em Los Angeles, nas categorias “Maior Turnê de 2010” e “Produção de Palco Mais Criativa”.
O namoro não continuou, mas a camiseta dada, os CDs “roubados” e a admiração pela banda permanecem, aliás, os ingressos para as apresentações no Brasil serão garantidos agora em Setembro.
Para Curtir: Beirut – The Rip Tide
Semana passada, foi liberado na internet, para audição, o novo álbum do Beirut – The Rip Tide – que será lançado no mercado somente em 29/08.

Beirut não é considerada uma banda, mas sim uma orquestra (muitas vezes há por volta de 20 músicos no palco), liderada pelo mexicano Zach Condon . Eles ficaram conhecidos aqui, graças à microssérie Capitu (maravilhosa, na minha opinião), onde a música “Elephant Gun” foi utilizada como tema da protagonista.
Confesso que foi nesse momento que tive o primeiro contato com o Beirut. Amei a música e busquei conhecer todo seu trabalho. Não me decepcionei.
O som deles tem toques de folk do leste europeu. É uma sonoridade diferente, abusando dos instrumentos de sopro, acordeon e até o ukelele.
Eu, que gosto muito desse grupo, corri para ouvir. O novo CD mantem a mesma linha dos anteriores. Poucas faixas, mas de uma qualidade sonora incrível. Quando ouço Beirut, é como se eu fosse transportada para aquelas paisagens européias de sono.
Vocês podem ouvir o álbum aqui.
Para mim, a melhor música do álbum é Santa Fe. Olha o vídeo dele tocando ao vivo:
Espero que gostem!
Beijos!
Mika e as músicas animadinhas

<3
Mika, é um cantor libanês, radicado em Londres que faz um pop gostoso com influências que vão desde à música clássica até Prince e Metallica. Juntando tais influências com sua voz poderosa (muitas vezes comparada à Freddie Mercury) temos uma música leve e despretensiosa. Aquele pop divertido e gostoso de se ouvir.
O cantor fez show ano passado no festival Planeta Terra em São Paulo e pelas críticas e reviews que li na época, pareceu ser um ótimo show, tão leve, descontraído e dançante quanto suas músicas.
Outra característica do cantor são seus clipes coloridos e divertidos, que animam até as segundas-feiras mais moribundas e cinzentas.
Da seleção do cantor seguem as minhas favoritas:
Grace Kelly
Lollipop
Relax Take it Easy
É a minha favorita do cantor, pra os momentos mais stressantes do dia só de ouvir ‘Relax, take it easy .For there is nothing that we can’t do…‘ o dia já fica um pouquinho mais calmo. ;D
Elle Me Dit
É o meu mais novo vício, toda em francês e com ar engracadinho, a batida gruda na cabeça e dá vontade de sair dançando por aí.
Não sei se acontece com vocês, mas alguns artistas tem o dom de me fazer mais alegrinha e Mika definitivamente tá na lista. ;D
Beijinhos
————–
Foto: Daqui
Para Curtir: Game of Thrones
“Nessa guerra dos tronos, ou você ganha, ou você morre.”
*-*-*-*-*
Olá!!!
Hoje falaremos sobre a nova sensação do mundo dos seriados. Game of Thrones vem causando um certo rebuliço e viciando muita gente (oi, eu!) .
A primeira temporada da série é baseada no primeiro livro da saga “Song of Ice and Fire”, escrita por George R. R. Martin. Ao todo, a série contará com sete volumes. Temos até o quinto, escrito. No Brasil, somente foram traduzidos os dois primeiros.

É a história de Westeros e seus sete reinos. Um lugar onde as estações duram anos. A frase mais ouvida é a de que “O invernos está chegando”, visto que eles vem de um verão de 9 anos. Eddard Stark é o senhor de Winterfell, o reino do norte, ali ele vive com sua esposa – Catelyn – e seus cinco filhos – Rob, Sansa, Arya, Bran, Rickon e o bastardo Jon Snow. Um dia, o Rei Robert Baratheon, senhor dos sete reinos vem até Winterfell e convoca Lord Stark a ser a “Mão do Rei”, a segunda pessoa após o rei, já que sua Mão anterior John Arryn teria morrido.
Junto ao Rei, vem também à Winterfeell sua esposa, Cersei Lannister, e seus dois irmãos, Jamie e Tyrion. É um trio não confiável que buscará a coroa de Porto Real, reino onde fica o grande rei.
Enquanto Eddard parte para Porto Real com suas duas filhas, seu filho bastardo, Jon vai servir na Grande Muralha do Norte que protege os reinos.
E bem longe dali, os irmãos Targaryen – Viserys e Daenerys – aliam-se ao líder Kahl Drogo para tentar reave o trono que foi tomado de seu pai por Lord Robert Baratheon.
Bom, é uma trama muito intrincada. Os vários pontos de vista às vezes fazem a gente se perder por um momento, mas isso é um dos charmes da história. Confesso que não li o livro (ainda), portanto não posso fazer grandes comparações, mas posso afirmar que a direção de arte é fantástica, o roteiro excelente e as atuações primorosas… E atrilha sonora? Só a abertura já diz toda a grandiosidade da série.
Há uma mistura de conspiração com supertição, crenças em seres sobrenaturaais… Ainda é tudo bem misterioso. Tudo bem que há um excesso de sangue e cenas picantes (recomendo para maiores de 16 anos), mas, pelo que já li em comentários sobre o livro, esse é o estilo do autor.
Eu sou suspeita pra falar, pois adoro histórias de fantasia, estou amando, louca para descobrir como tudo aquilo vai se desenrolar, torcendo loucamente por uns personagens e desejando a morte dolorosa de outros.
E aí, alguém já curte a série? E os livros?
Ah, o grande nome dessa primeira temporada é o de Sean Ben, que foi o Boromir de “O Senhor dos Anéis” e agora é o Lord Stark.
Beijos e até mais!
Para Curtir: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2
Quem quiser entrar no clima, por favor, antes de começar a ler este post, dê play no link abaixo.
Há algum tempo que não ouvimos mais essa música. Faz um tempo que deixamos de ver nas telas de cinema aventuras de um bruxinho e sua turma. Harry, Rony e Hermione cresceram, nós também. Durante anos acompanhamos os caminhos percorridos por Harry e seus amigos, nos identificamos com eles, torcemos… Acho que é aquela vontade, meio primitiva, de entrar em contato com o mundo mágico. O ser humano é assim, precisamos dessas doses de fantasia.
Toda a história do Harry é fundamentada em arquétipos, modelos que se repetem e se repetem nos livros, na mitologia, ao nosso redor. Isso quer dizer algo ruim? Não. É assim, sempre. E é por isso que somos tocados pela magia.
Com o lançamento do último filme da saga Harry Potter, está se fechando um ciclo cinematográfico. Todos sabemos, a franquia dos filmes inspirados nos livros de J. K. Howlling (junto com a trilogia de O Senhor dos Anéis) certamente modificou a forma como a indústria cinematográfica enxergava as histórias de fantasia. Deixaram de ser entretenimento infantil e passaram a ter todas as idades como público alvo, agindo como verdadeiras metáforas da realidade.
Harry Potter é um fenômeno. Sua autora é de uma criatividade fabulosa. Uma trama complexa, muita imaginação e uma escrita deliciosa conseguiram consolidar seus 7 livros como parte fundamental da história da literatura. A forma como a trama foi construída e o fato de termos crescido com ela… É como se nós estivéssemos dentro da história. Por isso é difícil dizer adeus a isso. É difícil dizer adeus a personagens que conhecemos tão bem, que nos ajudaram a crescer (para além das explicações psicológicas).
Há algum tempo a saga já acabou nos livros, mas, ainda assim para os fãs, sempre restava a certeza do reencontro com os personagens dentro das salas de cinema. Ver nas telas aquilo que somente nossa imaginação poderia criar.

Confesso que muitas vezes fiquei muito irritada com os roteirisitas que cometeram verdadeiros sacrilégios com a história original (é uma adaptação, blablabla rs), mas ainda assim, ficava feliz ao ver as cenas, e as atuações. Também ficava bem chateada com alguns atores que, na minha humilde opinião, são bem ruins… Mas, que… Bom, viraram nosso referencial.
Como não sentir empatia por um órfão que, de repente, se vê diante de um mundo novo, repleto de possibilidades (aqui enfatizo as expressões maravilhadas do Harry diante das primeiras manifestações de magia, ou mesmo diante da figura de Dumbledore), mas que também tem o fardo de ser o responsável pela manutenção de tudo isto.
Como, não se identificar com uma nerdizinha, devoradora de livros (Oi! Eu!), leal aos seus amigos? Como não amar seu melhor amigo desengonçado, engraçado, mas que está ao seu lado em todas as ocasiões? Como não amar aquela famíla de ruivos, na verdade?Como não desejar ter Minerva, Dumbledore, Hagrid e até a Sibila como professores? Como não amar/odiar o Snape? Como não torcer para que Harry e seus amigos consigam derrotar Voldemort… Como não vibrar com a ‘evolução’ de Neville e a determinação de Gina? Ou mesmo desejar ter uma longa conversa com a Luna? Como não desejar, ardentemente, receber uma carta de Hogwarts? Sonhar em caminhar naqueles corredores?
Este filme – Relíquias da Morte Parte 2 – é para que possamos dizer adeus a tudo isso, de uma forma magnífica. Obviamente, para quem leu os livros, sempre faltará aquele detalhe mínimo que faz toda a diferença. Mas, de toda forma, você que é fã, supere isto e vá para o cinema (sim, esse filme deve ser visto no cinema) aberto, pronto para viver o luto que toda a obra deixará.
Eu falaria sobre algumas cenas… Que me encantaram, mas não pretendo dar spoilers.
Aproveite os cenários magníficos, a fotografia impecável, as batalhas, os feitiços voando em jatos de luz, a trilha sonora que faz você se arrepiar, os diálogos (o roteiro ficou muito bom), as atuações que – aqui dou o braço a torcer – estão excelentes, o humor, a tensão, o romance, despeça-se de alguns personagens… Enfim, aproveite tudo o que Harry Potter trouxe para você ao longo de todos esses anos.
Esse filme é para todos nós que ficamos com Harry até o fim…
(quem leu o livro entenderá a última frase rsrs)
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P.s.1: Eu gostei da atuação de todos os atores, mas eu pre-ci-so destacar Alan Rickman, Maggie Smith e (a linda) Helena Boham Carter. Meu Deus, eles estão mais do que perfeitos!!! A Helena interpretando a Hermione transfigurada em Bellatrix é simplesmente fantástica!
P.s.2: Um pequeno spoiler (não resisto rs). Reparem na repetição da palavra ‘always’… Gente… É realmente emocionante!
P.s.3: 3D ou 2D? Sinceramente, vi os dois e o 3D quase não faz diferença.



