09
dez 2011
Apps legais pra Iphone – Parte 3
Por Nary s 16:02 Arquivado em: Lady Geek

Iphone vicia! Depois que comprei o meu não quero saber de outro telefone. Além de usar pra ligar e receber chamadas e enviar sms, dá pra twittar, ver e-mails, jogar, anotar coisas importantes, ouvir música, controlar a dieta, tirar fotos legais e mais uma infinidade de coisas. Já mostrei aqui os primeiros aplicativos que baixei no celular e depois de algum tempo andei baixando mais e vim compartilhar os que estou gostando mais.

Medida Certa (Free): App de emagrecimento baseado no quadro Medida Certa do Fantástico. Você configura o app e ele de três em três horas avisa que é hora de comer (se tirar o cel do silencioso é Zeca Camargo ou Renata Ceribeli que falam mandando você comer, hehe) e ainda dá pra inserir as informações do seu treino diário e ele vai controlando o quanto você já perdeu e ainda tem a perder.
Tem também vídeos, receitas e você pode enviar seu vídeo contando como está seu emagrecimento. Adoro porque me lembra de comer nas horas certas. hehe

Pic Frame ($0,99): O Pic Frame permite você fazer montagens de várias fotos. Eles possuem 34 frames ajustáveis pra você usar como quiser. Adoro fazer as montagens e inserir no instagram depois. Aliás, me segue no instagram: @naryleandro

Ainda tenho um monte de aplicativo no iphoninho que preciso mexer mais pra dar a dica pra vocês aqui.
Tem algum app bacana que precisa ser compartilhado? Conta nos comentários!

Beijinhos






08
dez 2011
Para Curtir: The Dresden Dolls
Por Ana Paula s 15:00 Arquivado em: Comportamento, Para curtir, Para ouvir

Olá, pessoas!

Hoje, teremos mais uma dica musical. É que ando meio impossibilitada de ver outras coisa, mas música… Sempre me aparecem coisas novas. E semana passada, uma amiga me apresentou uma dupla fantástica, chamada The Dresden Dolls.

Era uma vez, Brian Viglione, que conheceu Amanda Palmer numa festa de halloween, em Boston (EUA), onde ela estava se apresentando. Brian encantou-se com o estilo da moça e a aproximação dos dois resultou em uma experiência musical com toques de indie rock, dark cabaret e post-punk, a qual denominaram de: The Dresden Dolls.

Suas apresentações são performáticas (num estilo chamado, por eles mesmos, de ‘cabaret punk bretchiano“, lembra um pouco a estética do filme Moulin Rouge), onde os membros da banda maquiam-se e se vestem com roupas de cabaré. Os principais instrumentos são a bateria de Brian e o piano/teclado de Amanda, com vocal dos dois. Suas letras são cruas, puxando para o lado tragicômico… São composições fantásticas!

A voz grave de Amanda, acompanhada de seu piano dão aquele toque nostálgico que é quebrado com a bateria forte de Brian. Pode-se dizer que os dois são bem ecléticos na escolha dos ritmos que utilizam e que a mistura fica muito boa!

Ah, o nome da banda faz referência á cidade de Dresden, na Alemanha, devastada por um bombardeio na Segunda Guerra Mundial.

Encontrei na discografia deles, os seguintes álbuns:
- A is for Accident (2003)
-The Dresden Dolls (2004)
-Yes, Virginia (2006)
- No, Virginia (2008)

Deixo com vocês, o link para o site da banda e em seguida um videoclipe:

http://www.dresdendolls.com/

E então, o que acharam?
Beijos!






24
nov 2011
Para Curtir: Karina Buhr
Por Ana Paula s 14:03 Arquivado em: Comportamento, Música, Para ouvir

A música brasileira vem nos trazendo boas surpresas ultimamente. Meu mais novo vício é a cantora e percussionista Karina Buhr. Nascida em Salvador, ainda criança mudou-se para Recife, onde se inspirou no manguetown do Chico Science, no maracatu e na música de raiz.

Karina participou de vários grupos musicais (incluindo o Comadre Fulozinha), convivendo com diversas formas de expressões artísticas. Vive há cinco anos em São Paulo, á convite do diretor Zé Celso Marinez Correa para integrar a Trupe do Teatro Oficina, tendo participado de inúmeros espetáculos teatrais.

Confesso, conheci a Karina a partir da trilha sonora de “Cordel Encantado”. Não assistia a novela (por falta de tempo hehehe), mas achava a trilha formidável. Neste CD ela canta uma versão de “Tum Tum Tum” (não sei se o original é de Elba Ramalho ou Jackson do Pandeiro). Eu me encantei com sua voz e saí procurando informações sobre ela.

Seu primeiro disco solo (2010) chama-se “Eu menti pra você”, com letras mais voltadas para o cotidiano e referências à cultura de Recife. Aqui ela passeia entre momentos densos e lúdicos. Este trabalho foi escolhido como o 3º melhor disco nacional de 2010 pela Rolling Stone Brasil.

Agora, em 2011, ela lançou o “Longe de Onde”, um som mais cru e crítico, incluindo alusões ao ‘punk rock’ assim como a melodias mais suaves. Em entrevista para a Rolling Stone, Karina falou que pela primeira vez o disco foi gravado com a formação de uma banda de rock, o que deixa o som mais ‘pesado’.

Suas composições são belíssimas. As letras poéticas, os arranjos muito bem elaborados e seu sotaque tipicamente recifense dá todo um charme às canções. Além disso, há também a experiência no teatro que imprime um toque especial em sua performance, ao vivo, e em estúdio. De minha parte, existe uma grande identificação com as letras dela.

O site da Karina, onde vocês podem fazer o download do novo cd é o: http://karinabuhr.com.br/

Deixo com vocês o clipe oficial da música “Cara Palavra”, o qual foi gravado em uma viagem que ela fez ao Marrocos (ai que inveja! rs) e que eu achei super bacana:

Espero que gostem da dica. Ouçam e digam o que acharam, ok?

Beijos!!!






17
nov 2011
Para Curtir: A Pele que Habito
Por Ana Paula s 09:26 Arquivado em: Cinema, Comportamento, Para assistir, Para curtir

Pedro Almodóvar é genial. E isto é aclamado em todo o mundo. Cada filme seu é considerado uma obra de arte. Sempre polêmico, os temas dos seus filmes trazem tabus. Impossível ver uma de suas películas e não sair mexido de alguma forma.

Geralmente, são dramas que desvendam o universo feminino (não necessariamente, “geneticamente” falando, afinal, para ser mulher, em seus filmes, não é preciso ter dois cromossomos X). Desta vez, o diretor resolveu enveredar por outra área, o suspense. E saiu-se maravilhosamente bem.

Em “A Pele que Habito”, Almodóvar elabora uma trama surpreendente. É a história de Roberto (Antônio Banderas, em uma atuação divina), um cirurgião plástico que perde a mulher em um acidente de carro e fica obcecado por criar uma pele “indestrutível”. Para isto, ele tem uma misteriosa cobaia, Vera (Elena Anaya, também perfeita no papel) e a ajuda de Marília (Marisa Paredes, figurinha carimbada nos filmes de Almodóvar), sua mais fiel empregada.

Nisto, Roberto tem que enfrentar seus medos, loucura, paixões e fantasmas do passado. Enquanto isso, Vera tem que lidar com as implicações de sua transformação nas mãos do cirurgião.

Confesso que fiquei muito mexida com o filme. A reação de todo mundo no cinema, quando terminou a exibição foi praticamente a mesma: incredulidade.

Que fotografia bem elaborada! Trilha sonora que reflete todo o clima da história e a edição construída em meio a flashbacks colocados nos momentos exatos. Um recurso didático, mas que não ficou nem um pouco óbvio. Personagens muito bem elaborados e atuações que fazem jus à filmografia do diretor.

Assisti com um amigo, e não conseguimos comentar muito sobre o filme quando saímo do cinema, porque ficamos meio… Sem palavras. E, somente algumas horas depois, falando com uma amiga, percebi que é possível escrever uma tese inteira só com esta obra.

É, eu realmente gostei muito e recomendo a todos. Aviso que possui algumas cenas fortes e alguns temas tabu (Classificação 16 anos). Se não estiver afim de filmes intensos, sugiro que só assista quando esitver no clima. E para quem estiver na vibe, vejam e comentem!

Beijos!




16
nov 2011
Para curtir: Assassinato no Expresso do Oriente
Por Nary s 11:39 Arquivado em: Para curtir, Para ler

Finalmente retomei minhas leituras (vários livros atrasados) e consegui terminar mais um livro de Agatha Christie, um dos mais famosos da escritora, Assassinato no Expresso do Oriente.
A obra tem como pano de fundo o próprio expresso do oriente, trem que liga Paris à Istambul (antiga Constantinopla). No meio da viagem ocorre um assassinato, morre Ratchet, um americano de poucos amigos, com doze facadas. Coincidentemente o detetive Poirot está no trem e investiga o caso, pista a pista até encontrar dois possíveis desfechos, um mais improvável que o outro, aliás.


É mais um policial de Agatha Christie que o fim é imprevisível. Ela vai deixando pistas que nos levam ao assassino ao longo do filme mas que são tão sutis e as vezes improváveis que não acreditamos que aquele será o desfecho.
A leitura é envolvente e muito bacana, mas sou suspeita pra falar dos livros de Agatha pois sou super fã.
Pra quem gosta de livros policiais, é um prato cheio!

Beijinhos




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