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Para Curtir: Os Vingadores
Quem gosta de histórias em quadrinhos aqui? (Eu! o/)
Sou muito fã de histórias em quadrinhos! Enlouquecida pelos heróis da Marvel e foi com muito entusiasmo que vi essa nova leva de filmes de super heróis que invadiu Hollywood nos últimos anos. Alguns eu amei, outros eu odiei. Alguns me animaram muito enquanto filmes, mas deixaram a desejar no quesito “fidelidade aos quadrinhos”. E, no geral, uma coisa vinha acontecendo na maioria, me deixando um pouco triste: eles fugiam da essência dos HQs.
Como assim, Ana Paula?
Quadrinho é ação! Tem seus momentos de reflexão? Sim, claro. Mas a ação nos quadrinhos é sempre prioritária e bem humorada (ao menos com os que eu conheço). É muita tiração de onda, muita piadinha infame e muita porrada, claro. Os últimos filmes vinham apostando mais no drama e talz, com excessão do fantástico “Homem de Ferro” (também teve Scott Pilgrin e Kickass, mas esses não são Marvel hehehe).
Enfim, foi com muita expectativa que assisti “Os Vingadores” e posso dizer com toda a certeza: Eis uma HQ em movimento!

Gente, o filme tem tudo o que os fãs dos HQs podem querer. Toda a essência está ali! Heróis lindos e perfeitos, muita gracinha, muita ação… Ai, gente como eu estava empolgada na sala de cinema! Não que outros não sejam bons, mas esse tá tão, mas tão “raiz”!
Uma coisa muito interessante foi a maneira como eles trataram a reunião de tantas pessoas extraordinárias juntas! Amei a briga de egos e a forma como ela se resolveu (afinal, o ser humano é um animal sentimental, que busca uma lição de moral para a vida).
Há um roteiro reflexivo? Questões existenciais sendo tratadas? Venho lhe dizer que este não é o foco. Quer isso? Veja “A árvore da vida” (também fenomenal), mas em “Os Vingadores”, o que a gente tem é um agradável momento de catarse e diversão.
Fotografia mara! Trilha sonora e edição de som super condizentes! Edição ágil e em quadros que trazem bem as características dos personagens… E as atuações… Nossa! Estavam todos bem á vontade em seus papéis (até do Capitão América eu gostei, e olhem que nunca fui com a cara dele).
Tony Stark (Robert Downey Jr.), o rei das referências pop e com o ego nas alturas. Thor (Chris Evans), todo deus nórdico (com suas qualidades e defeitos). Hulk (Mark Ruffalo), sendo o melhor de todos os filmes já feitos. Viúva Negra (Scarlett Johansson), toda dissimulada e sensual. Capitão América (Chris Evans), todo soldado ético e tático. Nick Fury (Samuel L. Jackson), todo general controlando a situação. Gavião Arqueiro (Chris Evans), todo espião extremamente competente. E Loki (Tom Hiddleston), todo sorriso cínico de menino problemático.
Eu recomendo. Eu quero inclusive ver novamente no cinema (loka!). Ah, vi em 3D e posso dizer que não influencia em nada… sabe, nada mesmo! E mais um aviso: tem muita referência aos filmes anteriores de cada um dos heróis.
Abaixo tem o trailler.
Vejam e compartilhem a opinião aqui.
Beijos!!!
Para Curtir: A Pele que Habito
Pedro Almodóvar é genial. E isto é aclamado em todo o mundo. Cada filme seu é considerado uma obra de arte. Sempre polêmico, os temas dos seus filmes trazem tabus. Impossível ver uma de suas películas e não sair mexido de alguma forma.
Geralmente, são dramas que desvendam o universo feminino (não necessariamente, “geneticamente” falando, afinal, para ser mulher, em seus filmes, não é preciso ter dois cromossomos X). Desta vez, o diretor resolveu enveredar por outra área, o suspense. E saiu-se maravilhosamente bem.

Em “A Pele que Habito”, Almodóvar elabora uma trama surpreendente. É a história de Roberto (Antônio Banderas, em uma atuação divina), um cirurgião plástico que perde a mulher em um acidente de carro e fica obcecado por criar uma pele “indestrutível”. Para isto, ele tem uma misteriosa cobaia, Vera (Elena Anaya, também perfeita no papel) e a ajuda de Marília (Marisa Paredes, figurinha carimbada nos filmes de Almodóvar), sua mais fiel empregada.
Nisto, Roberto tem que enfrentar seus medos, loucura, paixões e fantasmas do passado. Enquanto isso, Vera tem que lidar com as implicações de sua transformação nas mãos do cirurgião.
Confesso que fiquei muito mexida com o filme. A reação de todo mundo no cinema, quando terminou a exibição foi praticamente a mesma: incredulidade.
Que fotografia bem elaborada! Trilha sonora que reflete todo o clima da história e a edição construída em meio a flashbacks colocados nos momentos exatos. Um recurso didático, mas que não ficou nem um pouco óbvio. Personagens muito bem elaborados e atuações que fazem jus à filmografia do diretor.
Assisti com um amigo, e não conseguimos comentar muito sobre o filme quando saímo do cinema, porque ficamos meio… Sem palavras. E, somente algumas horas depois, falando com uma amiga, percebi que é possível escrever uma tese inteira só com esta obra.
É, eu realmente gostei muito e recomendo a todos. Aviso que possui algumas cenas fortes e alguns temas tabu (Classificação 16 anos). Se não estiver afim de filmes intensos, sugiro que só assista quando esitver no clima. E para quem estiver na vibe, vejam e comentem!
Beijos!
Para curtir: Capitães da Areia
Não sou a maior entusiasta do cinema nacional mas cada vez me surpreendo um pouquinho mais quando saio do cinema após assistir uma película nacional bem produzida e visualmente encantadora. E foi assim que me senti ao sair do cinema após assistir Capitães da Areia adaptação da obra de Jorge Amado dirigido por sua neta Cecília Amado.

Eu sei que li a obra original mas faz tempo então fui ver o filme sem pré-conceitos sobre a obra e achei muito bom! O filme gira em torno de Pedro Bala e os Capitães da Areia, meninos abandonados pela família e que lutam pra sobreviver nas ruas de Salvador. É fato que a trama romantiza muito a vida dos meninos, que eram ladrões que enganavam e saqueavam as pessoas pelas ladeiras da cidade, mas achei o filme muito bonito.
A história deixa um pouco a desejar na trama dos outros personagens e acaba focando mais em Pedro Bala e Dora, infelizmente, mas creio que se fossem detalhar todo o livro iria ficar longo demais.
Deixando de lado o filme e falando da produção técnica, a fotografia tá impecável e a trilha sonora idem (aliás, a trilha ficou a cargo de Carlinhos Brown, que deu show).
É um lindo filme, vale a pena assistir.
Saí do cinema com vontade de reler o livro. =]
Segue o trailer:
Beijinhos
Para Curtir: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2
Quem quiser entrar no clima, por favor, antes de começar a ler este post, dê play no link abaixo.
Há algum tempo que não ouvimos mais essa música. Faz um tempo que deixamos de ver nas telas de cinema aventuras de um bruxinho e sua turma. Harry, Rony e Hermione cresceram, nós também. Durante anos acompanhamos os caminhos percorridos por Harry e seus amigos, nos identificamos com eles, torcemos… Acho que é aquela vontade, meio primitiva, de entrar em contato com o mundo mágico. O ser humano é assim, precisamos dessas doses de fantasia.
Toda a história do Harry é fundamentada em arquétipos, modelos que se repetem e se repetem nos livros, na mitologia, ao nosso redor. Isso quer dizer algo ruim? Não. É assim, sempre. E é por isso que somos tocados pela magia.
Com o lançamento do último filme da saga Harry Potter, está se fechando um ciclo cinematográfico. Todos sabemos, a franquia dos filmes inspirados nos livros de J. K. Howlling (junto com a trilogia de O Senhor dos Anéis) certamente modificou a forma como a indústria cinematográfica enxergava as histórias de fantasia. Deixaram de ser entretenimento infantil e passaram a ter todas as idades como público alvo, agindo como verdadeiras metáforas da realidade.
Harry Potter é um fenômeno. Sua autora é de uma criatividade fabulosa. Uma trama complexa, muita imaginação e uma escrita deliciosa conseguiram consolidar seus 7 livros como parte fundamental da história da literatura. A forma como a trama foi construída e o fato de termos crescido com ela… É como se nós estivéssemos dentro da história. Por isso é difícil dizer adeus a isso. É difícil dizer adeus a personagens que conhecemos tão bem, que nos ajudaram a crescer (para além das explicações psicológicas).
Há algum tempo a saga já acabou nos livros, mas, ainda assim para os fãs, sempre restava a certeza do reencontro com os personagens dentro das salas de cinema. Ver nas telas aquilo que somente nossa imaginação poderia criar.

Confesso que muitas vezes fiquei muito irritada com os roteirisitas que cometeram verdadeiros sacrilégios com a história original (é uma adaptação, blablabla rs), mas ainda assim, ficava feliz ao ver as cenas, e as atuações. Também ficava bem chateada com alguns atores que, na minha humilde opinião, são bem ruins… Mas, que… Bom, viraram nosso referencial.
Como não sentir empatia por um órfão que, de repente, se vê diante de um mundo novo, repleto de possibilidades (aqui enfatizo as expressões maravilhadas do Harry diante das primeiras manifestações de magia, ou mesmo diante da figura de Dumbledore), mas que também tem o fardo de ser o responsável pela manutenção de tudo isto.
Como, não se identificar com uma nerdizinha, devoradora de livros (Oi! Eu!), leal aos seus amigos? Como não amar seu melhor amigo desengonçado, engraçado, mas que está ao seu lado em todas as ocasiões? Como não amar aquela famíla de ruivos, na verdade?Como não desejar ter Minerva, Dumbledore, Hagrid e até a Sibila como professores? Como não amar/odiar o Snape? Como não torcer para que Harry e seus amigos consigam derrotar Voldemort… Como não vibrar com a ‘evolução’ de Neville e a determinação de Gina? Ou mesmo desejar ter uma longa conversa com a Luna? Como não desejar, ardentemente, receber uma carta de Hogwarts? Sonhar em caminhar naqueles corredores?
Este filme – Relíquias da Morte Parte 2 – é para que possamos dizer adeus a tudo isso, de uma forma magnífica. Obviamente, para quem leu os livros, sempre faltará aquele detalhe mínimo que faz toda a diferença. Mas, de toda forma, você que é fã, supere isto e vá para o cinema (sim, esse filme deve ser visto no cinema) aberto, pronto para viver o luto que toda a obra deixará.
Eu falaria sobre algumas cenas… Que me encantaram, mas não pretendo dar spoilers.
Aproveite os cenários magníficos, a fotografia impecável, as batalhas, os feitiços voando em jatos de luz, a trilha sonora que faz você se arrepiar, os diálogos (o roteiro ficou muito bom), as atuações que – aqui dou o braço a torcer – estão excelentes, o humor, a tensão, o romance, despeça-se de alguns personagens… Enfim, aproveite tudo o que Harry Potter trouxe para você ao longo de todos esses anos.
Esse filme é para todos nós que ficamos com Harry até o fim…
(quem leu o livro entenderá a última frase rsrs)
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P.s.1: Eu gostei da atuação de todos os atores, mas eu pre-ci-so destacar Alan Rickman, Maggie Smith e (a linda) Helena Boham Carter. Meu Deus, eles estão mais do que perfeitos!!! A Helena interpretando a Hermione transfigurada em Bellatrix é simplesmente fantástica!
P.s.2: Um pequeno spoiler (não resisto rs). Reparem na repetição da palavra ‘always’… Gente… É realmente emocionante!
P.s.3: 3D ou 2D? Sinceramente, vi os dois e o 3D quase não faz diferença.
8 filmes de Harry Potter em 5 minutos
A Warner soltou essa semana um vídeo de cinco minutos que resume os oito filmes da saga Harry Potter que chega ao final dia 15/07, próxima quinta-feira.
O vídeo é lindo e foi um ótimo flashback pra ver antes de assistir último filme da franquia.
Ao ver o vídeo fiquei com o olho cheio de lágrima, imagine vendo o fim da saga no cinema?! Vou chorar muito, podem ter certeza.
Vocês já compraram os ingressos?!
;D
Beijinhos



