Posts por Ana Paula
Para Curtir: Gangnan Style
E aê, pessoas!
Confesso a vocês que até essa semana eu não fazia ideia que existia um rapper coreano chamado PSY, mas segunda-feira passada, minha timeline foi invadida por uma onda chamada “Gangnan Style”, então eu fui conferir o que “danado” era isso… Então eu viciei!
A música é divertida e o clipe é muito, muito bom! Dá vontade aprender a coreografia tosca e sair dançando!
Como eu sou uma pessoa que adora cultura inútil, fui pesquisar sobre (porque eu não conseguiria sossegar enquanto não soubesse o que significa “gangnan”) e descobri que o título é uma gíria para um estilo de vida luxuoso e o clipe faz referências a um distrito de classe alta em Seul.
E, como se não bastasse essa informação importantíssima em minha vida, ainda achei outra versão da música, com a participação de Hyuna, uma cantora sul-coreana. Adorei a voz de anime que ela tem!!!
Já teve vídeo da Britney…
… e da Nelly Furtado dançando…
Mas o que mais me chamou a atenção foi o mashup que um Dj de Curitiba fez entre Gangnan Style e Popozuda! Isso mesmo, Popozuda do Bonde do Tigrão EDU K da banda DeFalla! Eu não sou fã de funk não, mas não é que ficou legal?
(Só eu acho o máximo quando ele diz “eu tenho a força, cavaleiro de jedi”?)
Depois do fenômeno “Call me maybe”, estão preparados para a onda de vídeos de famosos e anônimos curtindo um “Gangnan Style”?
Beijos!!!
Creme Para Pentear Cachos Comportados e Definidos – Seda
A Seda está lançando suas novas linhas de tratamento. Para os cabelos cacheados, há a parceria com a Ouidad. Confesso, não conhecia, porque eu sou meio desligada desses grandes nomes mesmo. Mas fui pesquisar sobre ela e virei fã! Sério. Amo essa máxima de assumir os cachos. Não sou radicalmente contra uma chapinha, porque mudar de vez em quando é bom, mas acho que as cacheadas tem uma beleza diferente…
Então, como sou a única representante cacheada do blog, testei o novo Creme de Pentear da Seda – Linha Cachos Comportados e Definidos. O produto tem uma tecnologia que promete agir nos cabelos mesmo quando eles já estão secos, mantendo-os comportados ao longo do dia.

Estou usando há alguns dias. O creme tem uma consistência bem firme, da qual eu gosto muito. Costumo confiar mais em cremes concentrados. Outro fator que me agradou foi o cheiro. Odeio produtos com odor muito forte e geralmente, os para cabelos cacheados são sorteados com aromas enjoativos. No caso do Creme de Pentear da Seda, isso não ocorre… O cheiro é super gostosinho.
Realmente, os cachos ficam mais definidos, mesmo no vento. Eu que tinha o problema de que qualquer brisa conseguia desmanchar os cachos e deixar o cabelo muito volumoso senti uma melhora bem significativa. O creme deixa os cachos no lugar, mas não dá a aparência pesada sabe? Uma amiga até elogiou que meu cabelo está com um volume ótimo!
Porém, não baixou muito os meus frizz. Mesmo com os cachos definidos, mas meu cabelo é realmente muito seco. Estou em um processo de tentativa de hidratação… Sério, tenho tentado muito, mas tá difícil encontrar um produto de tratamento mesmo. Como o creme para pentear da Seda conseguiu moldar meus cachos, vou testar toda a linha. Quando fizer, venho falar para vocês, ok?
Ah, e tem também o fato de cada cabelo ter sua característica peculiar.
E para coroar o lançamento do Creme, a Seda está com uma ação bem divertida na Fan Page, você manda pra eles sua história de cachos e as mais divertidas podem virar tirinhas como essas:


Eu já mandei a minha, to torcendo pra que vire uma tirinha!
Beijos!
E por falar em diferenças…
Em época de uma alardeada e venerada liberdade de expressão, percebemos que, com o direito de expor publicamente nossas opiniões, vem também o direito/dever de questionar e criticar a opinião do outro.
O mundo/a mídia nos joga na cara o tempo inteiro, o quanto devemos ser nós mesmos, diferentes uns dos outros e defender esse direito. Acontece, que ao incentivar essa identidade única, esquecem de desenvolver uma outra habilidade fundamental: a tolerância.
Sei que esse também é um termo da moda. Vamos ser tolerantes com religiões diferentes, com orientações sexuais diferentes, com ‘classes sociais’ diferentes… Mas e com o outro que é tão díspar de mim?
Por que essa necessidade de que o outro pense igual a nós, goste das mesmas coisas, frequente os mesmos lugares, ou mesmo compartilhe conteúdos que eu também aprecie? Por que não podemos simplesmente aceitar que o outro pensa diferente, gosta de coisas diferentes, ou mesmo compartilhe conteúdos que eu não aprecio? Por que não podemos simplesmente ignorar aquilo que não nos agrada e seguir nossas vidas sem esse incômodo?

Sem querer parecer clichê nem nada, gosto da ideia de que eu não preciso concordar como o que você diz, apenas aceitar que você pode sim, e deve, dizê-lo. Acho que foi Voltaire quem citou isso uma vez…
Que tal uma experiência? Quando alguém vier com algo que não concordamos, vamos apenas ouvir, sem tentar rebater de imediato ou catequizar a outra pessoa, criticando-a ou julgando-a como se estivesse indo para o ‘lado negro da força’. Da mesma forma se inverso ocorrer, sem tentar abrir a cabeça da pessoa e colocar algo dentro, se ela não concordar com o que dizemos.
Garanto, não vai ser fácil. Mas pode tornar a convivência mesnos conflituosa.
E á propósito, foi realmente Voltaire, quem disse: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”
Beijos!
Uma dieta a base de anfíbios
Um dos problemas em assumir o status de “adulto” é que as pessoas não acham mais nossa sinceridade bonitinha e engraçadinha. Precisamos estar em um alerta constante diante de nossas atitudes e principalmente de nossas palavras.
O pior de tudo, é que hierarquias se estabelecem e percebemos que existem pessoas com as quais não podemos sequer pensar em discutir. Então precisamos engolir algumas opinões, que tendem a “inchar” em nossa garganta e se transformam em lindos e gosmentos sapinhos verdinhos (gosmentos e verdinhos, ficam pela minha imaginação).

Engolir sapo é uma droga. É chato, é frustrante… E pode nos adoecer. Tenho exemplos bem práticos ao meu redor, e tenho certeza que vocês também tem. Não há palavra que nos console diante de um sapo bem temperado empurrado garganta a dentro.
Há quem não aguente e chute a mesa. Assim como há quem sorria e se refugie em um muro de cortesia, no maior estilo Scarlett O’Hara (diva).
O importante é ter consciência de que engolir sapos está diretamente ligado à sua capacidade de lidar com frustrações.
Se você não está muito aí, para a pessoa/situação e o sapo vira uma rãzinha, beleza. Agora se cada palavra trocada, se torna um “cururu” capaz de dar uma horrorosa indigestão, aí é hora de reavaliar prioridades e afastar-se das pessoas ou largar o ambiente responsável pelo mal estar.
Porque diante de algumas coisas, tenho percebido que – sem ofensas aos anfíbios, claro – mas uma dieta a base de sapos é altamente prejudicial à saúde.
Para Curtir: Call me maybe
Acho que já falei aqui o quanto sou casquinha quando se fala de música, principalmente no quesito “pop chiclete”. Casquinha sim, mas não totalmente fechada. Existem aquelas que conseguem me pegar, seja por estar associada a um momento legal, ou simplesmente por serem divertidas.
Eu não fazia a menor ideia de quem era a Carly Rae Jepsen, e nunca tinha ouvido Call Me Maybe, até que fui apresentada a esse vídeo:
Não sei se esse foi o primeiro vídeo nesse sentido, mas sei que me diverti muito com ele. A ideia de um monte de marmanjos dublando e coreografando uma música dessas… Enfim, viciei na música porque me diverti com esse vídeo.
Desde então, cada vídeo que vejo com essa música, paro pra ver. E, minha gente, a moda de fazer versões com a música pegou de um jeito! Tem de tudo. Então em uma conversa com a Nary, resolvi fazer um apanhado dos melhores (na minha humilde opinião) pra vocês.
Versão com divertida com instrumentos de brinquedo (com participação da própria Carly):
Versão feita pela Katy Perry “and friends”:
Versão divertida por uma banda que não conheço (hihihi):
Versão de uma menina com expressão maníaca (sério, essa menina me assusta):
E para finalizar uma versão super fofa da Bruna (do blog Depois dos Quinze):
Pretendo ouvir mais alguma coisa da Carly Rae Jepsen depois pra ver se a cantora me conquista da mesma maneira que a música.
E vocês, gostam da música e dessa enxurrada de versões? E do trabalho da Carly? Contem pra gente!
Beijos!





