Meninas!
Semana de provas, trabalhos, pesquisas e mais um moooonte de coisa pra vossa querida amiga Anne aqui que vos fala escreve. Porém numa dessas minhas idas e vindas de pesquisas, encontrei um post muuuuito legal, inclusive sobre um assunto que eu queria tratar mas não sabia como iniciar. Bem, ai está nossa amiga Vivi e seu super post:
"Ultimamente estou confirmando o que há alguns anos eu já desconfiava sobre o universo feminino. Não falarei sobre moda, nem maquiagem, e nem de como as mulheres podem conquistar (de novo?) seus direitos. Esses são assuntos para outros posts… O que vou falar é sobre a convivência entre a maioria (ou seja, não todas) as mulheres.

A amizade entre mulheres é difícil. Não vou dizer que não tenho amigas. E essas amigas, que eu digo, não é daquelas que idealizamos contar em todos os momentos, inclusive ligar a qualquer hora – mesmo quando você quer ter privacidade com o seu namorado, e isso eu não quero. O que quero dizer é que é difícil uma mulher manter uma amizade legal, sem defeitos que prejudiquem a confiança que toda amizade deve ter, com outra mulher mesmo com vidas diferentes, cabeças diferentes, com toda sinceridade do mundo e sem frescuras.
Não é como a maioria (ou seja, não todos) os homens, que costumam manter amizades de infância, sem ser abalada pela distância, mudanças, namoro, casamento… etc. Por que isso? Vou tentar entender e fazer você pensar através de alguns tópicos abaixo.
O que pode-se encontrar na amizade – ou na falta dela – entre (a maioria) as mulheres, e na amizade entre (a maioria) os homens não:
- Inveja. Não existe inveja entre os homens que chega a prejudicar uma amizade… Diferente com as mulheres, que é só ganhar um cargo elevado, ou conseguirem algo muito bom, por exemplo, que as pseudo-amigas já ficam com inveja. E digo mais: é incurável.

Já vi acontecendo isso diversas vezes: uma conta toda feliz que conseguiu algo e a outra torcer o nariz falando “que legal” ou apenas ficar em silêncio.
Algumas pessoas já me perguntaram: “Ué, você não sente inveja também?”. Pois eu digo que não! O que eu posso sentir é admiração. Fico feliz pela pessoa ter conseguido aquilo e desejo algo bom daquele jeito pra mim também – sem ter que passar a perna nela.
- Vaidade. É algo que quase toda mulher têm, inclusive eu. Mas quando é excessiva incomoda, acredite. Vou citar algo muito comum neste tópico: disputa em ser mais bonita. E às vezes pode até ser inveja.

Se uma tá pesando 60 quilos, a outra tem que pesar 55 quilos – mesmo se ficar desproporcional. Se uma vai a tal lugar com uma blusinha decotada, a outra vai com blusinha decotada e uma saia curtíssima. Se uma compra um vestido lindo, a outra tem que comprar um vestido espetacular. E esta última situação se encaixa no que aconteceu esses dias… Tive que ouvir: “vou com um vestido que vai me destacar entre as outras no salão! Minha mãe que vá com vestido que nem o seu” – algo do tipo. Sendo que “entre as outras” me incluía também.
- Frescura. É algo que não suporto e não achei palavra melhor que encaixasse no que definirei. Frescura é quando você quer falar um palavrão de tão feliz ou de tão put* da vida que você ficou, mas quando fala é taxada de “menino”. Quando você tá afim de falar sobre sexo, as coisas mais pervertidas, e ouve um “credo”, ou não ouve nada e percebe que a outra pensou (ou vai contar para alguém) “que vadia”. Se soltar um pum então… Vixi! É o fim do mundo pra frescurenta! E nem ouse quebrar a unha dela, hein?

- Falsidade. “Amiga”, “querida”, e adjetivos afins se encaixam nisso quando você mal conhece a bendita – tome cuidado. Na maioria das vezes o que ela quer dizer é “me conte tudo sobre você que vou me aproveitar de alguma forma pra tirar proveito de alguma situação”. E quando a pessoa é falsa, dificilmente tem cura… Então, quando encontrar, corra!

Essa é aquela que você se desabafa num momento desesperado, ela te ouve e pode até aconselhar. Mas em breve descobre que meio mundo tá sabendo – e com a história totalmente distorcida para beneficiar ela. Aconteceu comigo inúmeras vezes. Ou quando a pessoa te distribui sorrisos, e na verdade te odeia.
- Falta de personalidade. Ou conhecido também como “puxa-saco”, ou no caso, “puxa-xana” (trocadilho que se a amiga “frescura” entender, vai me achar um ‘menino’). Isso normalmente acontece quando é um grupo de ‘amigas’. É claro que num grupo de amigas da onça sempre há uma líder, aquela que a maioria do grupo admira e a que sempre pisa na sua cabeça pra se sair bem. Ou seja, as outras maria-vai-com-a-outra também vai pisar!

Se você faz parte desse grupo e não é puxa-saco da líder, cuidado. Não ouse conflitar com ela, mesmo tendo razão, senão vai receber pisada de todas – mesmo aquelas que em vários momentos disseram ser suas amigas e que te entendiam perfeitamente. Experiência própria.
Esses são os principais motivos que as mulheres conflitam sem parar – até entre as amigas “inveja”, “vaidade”, “frescura”, “falsidade”, e “falta de personalidade”. São amizades que não são duradouras e, se não se torna o contrário do que realmente é, tende a ser acabada pelo o que foi definido.
Agora, me perguntam porque sou mulher e estou falando mal [da maioria] das mulheres. Argumento: por acaso você vê com freqüência na amizade entre homens as características que citei, com tanta freqüência quanto vê acontecer com mulheres?
Ao pensar assim penso como é bom ter poucas, e ótimas, amigas. Sem inveja, vaidade, frescura……. Existe, ainda bem!"
Post original de Vivi, que conseguiu finalizar seu TCC recentemente e tem um blog muito legal.
Autorizado e linkado.
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